Virginia comenta diagnóstico de Maria Alice: ‘Ela é determinada’

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É grave? Virginia desabafa sobre diagnóstico de Maria Alice: ‘Ela é determinada’

Virginia Fonseca falou sobre o diagnóstico de uma doença que foi descoberta em sua filha, Maria Alice

O dia a dia de Virginia Fonseca ganhou novas cores quando a influenciadora abriu a janela para um diagnóstico que apareceu na filha de 4 anos, Maria Alice, fruto do relacionamento com Zé Felipe. No contexto de uma criança tão jovem, a hipótese de enxaqueca parecida com a de outros familiares voltou a chamar atenção para a genética envolvida nessa condição. Além disso, o relato reforça como rotina, alimentação e cuidado com o bem-estar podem influenciar o manejo das crises.

Em relatos publicados nos stories, Virginia detalhou uma mudança simples, porém simbólica, na alimentação da menina. “Mariazinha parou de comer chocolate preto porque estava causando dor de cabeça, e isso acabou virando um exemplo fofo da nova rotina”, contou. A mãe também mencionou uma conversa franca: “Eu só disse que a mamãe também sente dor de cabeça quando consome chocolate preto, então prefiro o branco.”

O que surpreendeu a influenciadora foi a resposta da filha, que, apesar de relutante no passado, passou a aceitar o chocolate branco com facilidade. “Ela é muito determinada quando é para se cuidar”, chegou a comentar ao registrar a mudança no dia a dia da casa.

No aspecto médico, especialistas explicam que a alimentação pode ajudar no controle das crises, sem substituir o acompanhamento médico. O neurologista Tiago de Paula esclarece que a doença é, em grande parte, genética, com cerca de 180 loci que predispoem as crises, mas fatores externos também pesam. Estresse, sono irregular e excesso de estímulos costumam tornar as crises mais frequentes e intensas. Em relação aos gatilhos, ele cita: vinho como exemplo; já café e chocolate aparecem como cronificadores, mantendo o quadro no dia a dia.

A nutricionista Marcella Garcez reforçou que, para pessoas sensíveis, até pequenas quantidades podem provocar desconforto. “Algumas pessoas são sensíveis à cafeína”, explicou. Ela orienta uma alimentação centrada em alimentos ricos em magnésio e selênio, além de evitar frituras e bebidas alcoólicas. No fim das contas, a convivência entre dieta e tratamento clínico é o caminho sugerido pelos especialistas.

Em síntese, a avaliação individual continua essencial: cada caso requer um plano personalizado e acompanhamento contínuo para o controle da enxaqueca, especialmente quando há história familiar envolvida. A notícia reforça que pequenas mudanças do dia a dia podem fazer diferença na qualidade de vida das crianças e de quem cuida delas.

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Jornalista

Fernanda Costa

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