Mbappé apoia Neymar na Copa e pede convite do Vini para ver Flamengo

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Mbappé defende Neymar na Copa e pede convite de Vini para ver o Flamengo

Estrela da França afirma que não consegue projetar o Mundial sem o craque santista e exalta o peso das cinco estrelas da Amarelinha

Na véspera do clássico entre Brasil e França, em um cenário de Boston, o atacante Kylian Mbappé abriu o jogo sobre Neymar, destacando o impacto do atacante do Santos no paladar do torcedor brasileiro e no equilíbrio da seleção. Em entrevista que mexeu com a crônica das redes, o camisa 10 francês foi direto ao ponto: “Não vejo o Mundial sem Neymar”, reforçando que o craque brasileiro segue entre as maiores estrelas do futebol mundial. Ao mesmo tempo, ele deixou claro que precisa respeitar a decisão de seu antigo técnico no Real Madrid, Carlo Ancelotti, dando o tom do amadurecimento dentro do grupo.

Mbappé lembrou que Neymar é um jogador de diferença, capaz de mudar o rendimento de uma equipe nos grandes torneios. “É ver como ele está”, disse, ao reconhecer o peso do craque na Copa do Mundo e a reverência que o estrelato de Neymar impõe no imaginário do futebol. Ainda assim, destacou que não pode ir contra a escolha de Ancelotti, reforçando o respeito às decisões técnicas mesmo quando o assunto envolve um compatriota de pelotinha.

Quanto ao favoritismo no amistoso, o atacante francês foi categórico: “É impossível ser favorito contra uma equipe que tem cinco estrelas na camisa”. Ao ampliar o discurso, Mbappé enfatizou o tamanho histórico do Brasil no cenário global, destacando que enfrentar a seleção canarinho é sempre uma oportunidade de ouro para medir o nível da França rumo ao título mundial. No dia a dia, ele descreveu o duelo como um encontro de tradições com um peso enorme, independentemente da fase das respectivas equipes na FIFA.

Entre uma piada e outra, o zênite do papo passou por um provável passeio no Maracanã. Quando questionado sobre atuar na Libertadores, o francês disparou uma brincadeira sobre Vinícius Júnior, amigo de campo e de vida, dizendo que vai checar com o compatriota se ele o autorizaria a acompanhar uma partida do Flamengo na competição sul-americana. A resposta animou a torcida rubro-negra e gerou curiosidade entre os fãs, que já imaginam o que poderia rolar no estádio.

No ritmo da conversa, Mbappé reforçou que não existe uma rivalidade sem limites entre Brasil e França, mesmo que exista uma forte competitividade em campo. Ele conectou o respeito mútuo com a realidade de que, fora dos gramados, os dois craques caminham como grandes amigos. Em seguida, o holerite técnico foi ressaltado pelo próprio jogador: ele citou duas referências do futebol moderno, Didier Deschamps e Carlo Ancelotti, destacando que ver essas duas abordagens diferentes para vencer é uma honra e um estímulo para evoluir como atleta de elite. “Vejo duas formas distintas de vencer; a experiência com Deschamps e a presença de Carlo por quase um ano”, afirmou, demonstrando como o aprendizado contínuo compõe o dia a dia dele.

Assim, as declarações empilham contornos emocionais ao encontro entre Brasil e França, com o encanto da mística brasileira ainda reconhecido no cenário mundial. No fim das contas, Mbappé deixou claro que o respeito à história de cada seleção não ofusca a rivalidade saudável que move grandes jogos, alimentando a expectativa de fãs e analistas para o embate em Boston.

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Jornalista

Fernanda Costa

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