Lula e Trump conversam por telefone e PF ouve investigados do caso Master
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Na semana, os holofotes se acenderam com uma conversa por telefone entre o presidente Lula e o ex-presidente Donald Trump. Entre os temas discutidos, a situação da Venezuela e a ideia de um Conselho da Paz, dito como uma espécie de ONU paralela. O Brasil ainda não respondeu ao convite para integrar esse grupo, mas Lula pediu que o Conselho se restrinja à questão de Gaza e à criação de um Estado Palestino. A conversa terminou com um convite para Lula ir a Washington, ainda sem data definida.
No cenário interno, o diretor da Polícia Federal defendeu a autonomia da instituição, afirmando que as investigações são conduzidas com isenção, independentemente de questões políticas. Além disso, o presidente do Supremo, Edson Fachin, afirmou na Corte Interamericana de Direitos Humanos que existe no Brasil uma cultura de corrupção, tanto no setor público quanto no privado. Essas declarações ganharam relevância porque, nesta segunda, investigados do caso Banco Master começaram a prestar depoimento na PF.
Do lado econômico, a Petrobras anunciou uma redução de 5,2% no preço do combustível, que deve deixar a gasolina cerca de 14 centavos mais barata nas distribuidoras, com reflexos diretos no bolso do consumidor. No dia a dia, pequenos movimentos como esse costumam mexer com o orçamento das famílias e com o funcionamento das bombas por onde abastecemos.
No fim das contas, o dia mostra como temas internacionais se entrelaçam com questões nacionais, trazendo impactos que vão desde a política externa até a rotina do dia a dia do cidadão comum.