‘Tropa de elite’ dos EUA foi quem capturou Maduro; Venezuela diz não saber paradeiro de Maduro
Venezuela decretou estado de emergência devido à “ofensiva imperialista” dos EUA e mobilizou as forças de defesa
Em uma madrugada que parece roteiro de cinema, uma operação de grande escala movida por forças de elite dos EUA deixou Caracas em alerta. A ação envolve a Delta Force, unidade especializada do Exército americano, e teria levado à captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, segundo relatos de fontes próximas ao tema. O anúncio foi feito pelo próprio presidente Donald Trump em suas plataformas oficiais, corroborando a narrativa de uma intervenção de grande porte.
Testemunhas consultadas por veículos de imprensa relataram que os ataques teriam começado por volta de 2h (6h de Brasília), gerando colunas de fumaça negra em várias áreas da capital venezuelana. Também houve relatos de queda de energia no sul da cidade, próximo a uma base militar, evidenciando um cenário de confronto que afeta diretamente o cotidiano dos moradores.
A Venezuela confirmou que explosões também atingiram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira, além de Caracas. Diante da gravidade (e da presença de ataques a infraestrutura), o governo decretou estado de emergência sob o rótulo de resistência à “ofensiva imperialista” dos EUA, com mobilização das forças de defesa. Até o momento, não há informações oficiais sobre mortos ou feridos.
Entre os desdobramentos, o Fuerte Tiuna, o maior complexo militar do país, foi visto em chamas após as explosões. Ainda que pareça distante da rotina comum, o clima de tensão remete a episódios de escalada bélica internacional. Vale lembrar que, em agosto, uma flotilha militar dos EUA foi enviada ao Caribe e quase 30 embarcações já teriam sido envolvidas, com balanços de vítimas que ocupam os noticiários regionais. Caracas sustenta que as manobras visam derrubar o regime venezuelano.
Quanto aos desdobramentos, o próprio Trump prometeu apresentar mais detalhes em uma coletiva marcada para as 13h (horário de Brasília), em Mar-a-Lago, na Flórida. No dia a dia, leitores e moradores ficam com questões sobre o que tudo isso muda na prática para a população e para a geopolítica da região.
No fim das contas, a notícia da captura anunciada e as respostas de Caracas colocam a Venezuela no epicentro de uma crise que ultrapassa fronteiras, alimentando dúvidas sobre o paradeiro de Maduro e o que ainda pode crescer a partir de agora.