AtlasIntel: Carol De Toni tem 30,7% ao Senado em SC; Amin soma 20,1% e Carlos Bolsonaro tem 18,3%
Na disputa pelo governo Jorginho Mello tem larga vantagem; Flávio lidera contra Lula à Presidência no Estado
Uma rodada de pesquisa recente em Santa Catarina mostra Carol De Toni, deputada federal pelo PL, na liderança da corrida ao Senado, com 30,7% no agregado de votos válidos para a vaga, segundo o levantamento Atlas/Intel divulgado nesta quarta-feira, 1º de abril de 2026. Em seguida aparecem Esperidião Amin (PP), com 20,1%, e Carlos Bolsonaro (PL), com 18,3%, ainda tecnicamente empatados entre si dentro da margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Já Dércio Lima (PT) registra 13,4%, também em empate com Carlos. Brancos e nulos somam 5% e os que não souberam responder ficam com 2,8%.
Para quem observa o cenário com mais contexto, o estudo aponta que Amin e Carlos Bolsonaro estão praticamente na mesma faixa, levando em conta a margem de erro. E Décio Lima, com 13,4%, também aparece nesse rodízio de possibilidades. No dia a dia, isso significa que a disputa segue acirrada e sujeita a oscilações conforme o horário ou o tema da semana.
Além disso, a rejeição a Carlos Bolsonaro entre eleitores catarinenses aparece como um dos destaques do levantamento: 43,6% afirmam que não votariam nele, a quarta maior taxa de rejeição entre os nomes pesquisados, atrás apenas de Lula (65,1%), Décio Lima (52,3%) e Eduardo Leite (43,8%). Já Carol De Toni, por sua vez, lidera no índice de imagem positiva entre os nomes consultados, com saldo favorável de 37 pontos percentuais (63% de imagem positiva contra 26% de negativa).
No campo da disputa pelo governo do estado, Jorginho Mello (PL) surge com folga. Em um cenário com cinco candidatos, ele aparece com 49,4% das intenções de voto, versus João Rodrigues (PSD) com 21,4% e Gelson Merisio (PSB) com 13,8%. Marcelo Brigadeiro (Missão) soma 5,7% e Marcos Vieira (PSDB) registra 1,6%. Brancos e nulos somam 5% e quem não soube responder, 3%.
Em uma segunda simulação, com Décio Lima no lugar de Merisio, o panorama muda apenas parcialmente: Mello fica em 49,9%, Rodrigues tem 20,9% e Lima sobe para 19,6%, com brancos/nulos em 1% e quem não soube responder em 1,5%.
No cenário de segundo turno, Jorginho Mello aparece vitorio, vencendo todos os adversários testados: contra João Rodrigues, 53,1% a 30,3%; contra Merisio, 60,7% a 22,8%; contra Décio Lima, 59,1% a 26,8%. A aprovação de Mello entre catarinenses fica em 59%, com 51% avaliando seu governo como ótimo ou bom. Outros 53,8% acreditam que ele merece a reeleição, enquanto 41,1% discordam. O estado, na visão dos eleitores, caminha pelo lado bom com 64% aprovando esse caminho, frente a 29% que o veem no rumo errado. Já em escala nacional, a percepção é menos favorável: 72% enxergam o Brasil pelo caminho errado.
Sobre a corrida presidencial no estado, Flávio Bolsonaro (PL) lidera, segundo o cenário hipotético: 53,4% no primeiro turno, contra 28,4% de Lula (PT). Em um segundo turno entre eles, Flávio venceria por 59,4% a 31,1%. Já no caso em que Jair Bolsonaro, considerado inelegível pelo TSE, entra na disputa, ele marcaria 60,6% contra 30,9% de Lula no mesmo cenário. Lula, por sua vez, tem aprovação de apenas 24% em Santa Catarina, com desaprovação de 71%.
A AtlasIntel entrevistou 1.280 eleitores catarinenses entre 25 e 30 de março de 2026, com margem de erro de três pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O registro da pesquisa traz os códigos SC-05257/2026 e BR-01666/2026.