Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e afirma que Maduro e esposa foram capturados
Explosões são registradas próximo a bases militares; Maduro decreta estado de emergência por ‘ofensiva imperialista’
No sábado, 3 de janeiro de 2026, Caracas acordou sob o som de explosões e uma madrugada movimentada, que marcaram um ataque de grande escala dos Estados Unidos contra a Venezuela. Donald Trump, em postagem pela rede social Truth Social, confirmou a ofensiva e informou que Maduro e sua esposa teriam sido capturados, sendo retirados do país por via aérea. O presidente americano prometeu mais detalhes em uma coletiva marcada para as 13h, horário de Brasília, em Mar-a-Lago, na Flórida.
Imagens e vídeos que circulam mostram o momento do bombardeio na Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda, conhecida informalmente como Base Aérea La Carlota, em Caracas. A dimensão da operação e a localização dos ataques foram narradas como parte de uma ação coordenada, com o governo americano destacando a participação de forças de aplicação da lei.
De acordo com o relato oficial dos EUA, a operação foi concluída com sucesso: Maduro teria sido capturado junto com a sua esposa e retirado do país por via aérea. A nota acrescenta que a ação foi conduzida em conjunto com forças de aplicação da lei americanas. No palco venezuelano, testemunhas relataram a presença de helicópteros CH-47G Chinook em áreas estratégicamente selecionadas, supostamente operando de modo sigiloso, com ataques estendidos aos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, além de Caracas.
No começo da madrugada, as explosões atingiram a capital e outras regiões do país. O Forte Tiuna, maior complexo militar venezuelano, foi visto em chamas logo após os ataques. A dimensão da movimentação levou à mobilização de parte das defesas nacionais, segundo relatos de moradores e redes sociais.
Relatos de jornalistas e imagens que circulam pela internet indicam que houve intensa atividade: explosões, aeronaves e fumaça preta apareceram em pontos diversos da capital desde as primeiras horas, com relatos de queda de energia na região sul, próxima a uma base militar relevante. Enquanto isso, as autoridades internacionais monitoravam a situação com expectativa e cautela, diante de uma ofensiva que parece ter pego o país de surpresa.
Dados anteriores indicam que, já em agosto, os Estados Unidos haviam deslocado uma flotilha ao Caribe e realizado múltiplos bombardeios contra embarcações na região, com um saldo que supera as centenas de vítimas. Caracas afirma que tais manobras visam derrubar o regime venezuelano, alimentando uma atmosfera de tensão na região e dúvidas sobre as repercussões para a vida cotidiana dos venezuelanos e de seus vizinhos.
No fim das contas, o episódio coloca em evidência a entrada de uma crise de grande escala, com desdobramentos geopolíticos e humanitários que podem se prolongar nos próximos dias. Como isso afeta o dia a dia de quem acompanha a situação de perto? É uma pergunta que fica no ar enquanto novas informações vão surgindo.