Zé Felipe comenta Virginia antes de terminar com Ana Castela: “a gente combina”
Zé Felipe falou de Virginia e relação com os filhos dois dias antes do término com Ana Castela; veja
O anúncio do fim do namoro entre Zé Felipe e Ana Castela veio à tona na última segunda-feira (30/12). Em meio à comoção natural de um término público, o cantor destacou que o sentimento entre os dois permanece, mas que resolveram seguir caminhos diferentes. E pouco antes dessa confirmação, ele já havia abordado a relação com a ex-esposa, Virginia Fonseca, com quem divide a criação dos filhos, em entrevista à repórter Monique Arruda, do LeoDias. Na prática, ele descreveu a convivência atual como respeitosa e organizada, mesmo com as agendas extremamente ativas dos dois.
Segundo Zé Felipe, a conversa entre eles costuma fluir bem. “A gente fala bastante e tem uma amizade muito legal, com muito respeito”, disse, acrescentando que não atrasam a vida de ninguém: “A gente sempre combina, né? Porque ela agora com esse Carnaval, ela fica indo para o Rio de Janeiro; a agenda dela é corrida e a minha também.” Na visão do artista, essa sintonia é essencial para manter a casa em ordem, especialmente quando envolve a agenda dos pequenos.
No dia a dia, a rotina com as crianças – Maria Alice, 4 anos, Maria Flor, 3 e José Leonardo, 1 – é construída em diálogo constante. “Aí a gente sempre fica ajustando as datas e os horários para ficar com as crianças. Ela é muito solícita em deixar… Quando eu estou em Goiânia, eu fico com elas. E a gente vai conversando, cada um entendendo a agenda do outro”, explicou o cantor.
Na avaliação de Zé Felipe, o ano foi marcado por conquistas, trabalhos musicais e, sobretudo, pela saúde. “Foi um ano rico em saúde. E o resto a gente corre atrás de tudo”, resumiu, destacando a importância de manter o equilíbrio mesmo diante de mudanças pessoais.
Quanto aos filhos e a separação, o artista não deixou de comentar o que eles sabem sobre a situação. As crianças ainda não entendem plenamente o rompimento. “Elas não entendem. Acham legal ter duas casas; às vezes a mãe briga para ir pra casa do pai e às vezes o pai pune para ir pra casa da mamãe. A casa da mamãe é sempre mais legal, a casa do papai é… mais divertida”, contou, em tom tranquilo. A própria passagem da idade dos pequenos, segundo ele, facilita essa adaptação: “Eles são muito novinhos, então o baque não é tão grande como seria se tivesse uns 8, 9 anos. Tudo foi na hora certa e a boa relação é o principal de tudo.”
Ao olhar para o futuro, Zé Felipe reforça a importância de manter a cordialidade entre pais, para que os filhos sintam estabilidade. No fim das contas, ele parece apostar que o aprendizado do ano em torno da convivência respeitosa pode servir de exemplo para quem está acompanhando a história em casa: a boa convivência é o alicerce que sustenta tudo que vem pela frente.