Super Bowl: 5 apresentações tão icônicas quanto as de Bad Bunny!

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Super Bowl: 5 shows tão icônicos quanto os de Bad Bunny!

O halftime do maior evento esportivo dos Estados Unidos vai além do jogo. Enquanto a torcida vibra com cada lance, o intervalo ocupa o centro do palco para momentos que entram para a história da música pop. Com Bad Bunny confirmado como atração principal em 2026, a expectativa só aumenta — mas ele não está sozinho nessa lista de apresentações inesquecíveis.

Entre estéticas arrojadas, coreografias marcantes e escolhas que ficaram gravadas na memória do público, há encontros que transcendem o esporte e viram referência cultural. De retorno triunfal a pioneirismo em palco, essas performances mostraram que o halftime pode ser tão impactante quanto a própria final. A seguir, conheça cinco shows que, assim como o de Bad Bunny, entraram para o hall das grandes apresentações.

  • Rihanna | Super Bowl LVII (2023): a artista retornou aos palcos após um hiato longo e surgiu sobre uma plataforma suspensa, vestida de vermelho, em meio a uma atmosfera que gerou discussões nas redes. Sem discursos adicionais, o visual e a entrega falaram por si só, coroando a gravidez anunciada durante o show. A seleção de hits de diferentes fases da carreira completou o momento histórico com uma estética minimalista e muita presença de palco.
  • Dr. Dre, Snoop Dogg, Eminem, Mary J. Blige, Kendrick Lamar e 50 Cent | Super Bowl LVI (2022): o intervalo foi protagonizado pelo hip-hop, com uma reunião que atravessou gerações. A performance teve cenários que remeteram a bairros icônicos de Los Angeles e contou com a entrada surpresa de 50 Cent, fazendo a plateia delirar. Foi uma celebração da memória e da identidade musical, com destaque para a homenagem ao legado de Tupac Shakur.
  • Shakira e Jennifer Lopez | Super Bowl LIV (2020): um dos shows mais comentados da década, que reuniu dança, energia e orgulho de raízes latinas. A dupla celebrou suas origens e o poder feminino, com a participação de Jennifer Lopez ao lado da filha Emme, em um momento que emocionou e ganhou os holofotes mundiais.
  • Coldplay | Super Bowl 50 (2016): o evento ganhou um tom de celebração internacional, combinando pop com elementos de dança e um sentido de inclusão. A apresentação destacou a diversidade e o vínculo entre as raízes britânicas e o público global, incluindo momentos marcantes com Emme no palco e reflexões sobre representatividade.
  • Michael Jackson | Super Bowl XXVII (1993): o marco que mudou tudo. Antes dele, as apresentações eram mais locais ou institucionais; após a performance de MJ, o intervalo passou a ser território de grandes estrelas. A exibição reverberou em milhares de lares ao redor do mundo e abriu portas para havia um novo patamar de show business no futebol americano.

Curiosidades rápidas sobre o Halftime Show: o palco de intervalo nasceu com propostas mais simples, muitas vezes com bandas universitárias e atos instrumentais; em 1993, Michael Jackson elevou o patamar e redefiniu o conceito para sempre. Além disso, a NFL quase nunca paga cachê aos headliners — o que move as grandes estrelas é a visibilidade e o impacto global. E, no dia a dia, o recorde de audiência varia a cada edição, mostrando que esse momento pode surpreender a cada ano. Por fim, o que antes era uma pausa acabou virando uma vitrine de identidade cultural e de legado para as próximas gerações.

No fim das contas, o que você acha que faz de um show do intervalo algo tão marcante? Qual dessas performances fica gravada na sua memória? Conte pra gente e marque a Todateen nas redes para a gente ouvir a sua opinião!

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Jornalista

Carlos Ribeiro

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