Não é miragem: Del Piero, Kaká e Ronaldinho Gaúcho já vestiram camisa de time da Libertadores
Dá pra acreditar que craques do futebol mundial já passaram pela história do Barcelona de Guayaquil, mesmo sem defender a equipe em campo?
Quem acompanha o universo do futebol sabe que, às vezes, histórias curiosas aparecem do nada. Foi exatamente o caso do Barcelona de Guayaquil, ao contar com uma passagem marcante protagonizada por craques que brilharam em Copas do Mundo: Del Piero, Kaká e Ronaldinho Gaúcho vestiram, de forma simbólica, a camisa associada ao clube da Libertadores. Não houve partidas oficiais, mas eles estiveram presentes no La Noche Amarilla, o ritual de abertura da temporada, realizado no estádio Monumental.
Na prática, o episódio se sustenta mais no registro fotográfico, nos bastidores e na memória da torcida do que em competições. Ronaldinho, por exemplo, não defendeu o clube na Libertadores, porém participou de um jantar promovido pela agremiação, que custava US$ 250. Em campo, ele chegou a contribuir com uma assistência na vitória por 4 a 3 sobre a Universidad San Martín, do Peru, deixando claro o encanto que o elenco desperta. O astro gaúcho ganhou ainda destaque na galeria de campeões do clube, com uma foto dele marcando presença, mesmo sem ter entrado em campo na competição.
Quem falaru sobre os bastidores foi Luigi Macchiavello, diretor de comunicação do Barcelona de Guayaquil. Ele relembrou como o convite foi surgindo: “em 2015, a ideia era convidar um jogador de Copa do Mundo. No percurso, apareceu o irmão de Ronaldinho, e o projeto ganhou força e sucesso.” A presença de Ronaldinho ganhou contorno histórico: é o atleta que mais despertou interesse do público do clube, cuja torcida é a maior do Equador. Na sequência, aparecem Kaká, Del Piero, Puyol, Agüero, Pirlo e Forlán, em uma escala de notoriedade. Mascherano só chegou em 2021, com contrato mantido durante a pandemia, e o impacto digital dele foi significativo para o clube.
Entre os ícones que já passaram pelo museu, Del Piero também tem espaço cativo. Mundialmente conhecido pela Itália em 2006, o atacante tem um lugar reservado na memória do Barcelona de Guayaquil, onde uma edição de revista produzida em 2020 para a Noche Amarilla o imortaliza. O diretor de comunicação, por sua vez, ressaltou que o sonho de ampliar a constelação de estrelas continua vivo. “Totti, Zlatan Ibrahimović e Kroos estiveram próximos de vir. Quem sabe quem poderá chegar daqui a alguns anos? Por que não Cristiano Ronaldo ou Messi?”, comentou, deixando no ar a possibilidade de novas surpresas no futuro.