Memória do futebol: personalidades que faleceram em 2025

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In memorian: As personalidades do futebol que morreram em 2025

Torcedores se despediram de atletas e ídolos em um ano marcado por perdas dentro e fora de campo

O mundo do futebol viu, ao longo de 2025, nomes marcantes cruzarem o tempo e deixarem lacunas em clubes, seleções e histórias de vida. Além de vozes e gestos dentro de campo, esse foi um ano em que fãs e instituições relembraram pessoas que ajudaram a moldar gerações. Este recorte celebra a trajetória de quem partiu e reforça o impacto de cada carreira na memória do público.

  • 2 de janeiro — Werner Leimgruber (90). Zagueiro suíço que integrou a Seleção da Suíça e participou da Copa do Mundo de 1966. Fixo na defesa, sua trajetória deixou marca pela solidez e pela contribuição ao futebol suíço.
  • 9 de janeiro — Marius Ciugarin (75). Meio-campista romeno que atuou em clubes como Steaua București, compondo a rica história do futebol da Romênia nas décadas de 1960 e 1970, com títulos nacionais na bagagem.
  • 3 de julho — Diogo Jota (28) e André Silva (25). Estrelas portuguesas, respectivamente atacante e companheiro de geração, que se despediram em um trágico acidente na Espanha. Jota deixava 182 jogos pelo Liverpool, 65 gols e conquistas de expressão, incluindo títulos nacionais; já André Silva somava passagens por grandes clubes e pela seleção de Portugal, com uma carreira promissora pela frente.
  • 16 de setembro — Oscar Osvaldo Calics (85). Meia argentino que brilhou nos anos 1960, com passagens por Banfield e San Lorenzo e presença marcante na memória do futebol argentino, especialmente por seu papel naquela geração que sedimentou a seleção nacional nas Copas.
  • 16 de setembro — Dejan Milovanović (41). Meio-campista sérvio, passagem pelo Estrela Vermelha de Belgrado e participação em competições internacionais. Sua morte, aos 41 anos, deixou um vazio entre jogadores de geração anterior e os vínculos com a família do esporte, inclusive como primo de Branislav Ivanović.
  • 22 de setembro — Neneca (45). Anderson Soares da Silva, conhecido como Neneca, goleiro e gestor, faleceu aos 45 anos durante uma partida de base. A likeação da notícia reacendeu debates sobre saúde, atendimento emergencial e segurança em eventos esportivos.
  • 6 de novembro — Adam Hogg (91). Zagueiro escocês que construiu trajetória no futebol britânico, defendendo clubes como Airdrie, Swindon e Dumbarton, lembrado pela longevidade e pela presença em diferentes eras do jogo.
  • 17 de dezembro — Mario Pineida (33). Lateral-esquerdo equatoriano que atuou pelo Barcelona SC e integrou a seleção do Equador nas Copas Américas de 2017 e 2021. Pineida foi assassinado a tiros em Guayaquil, em um contexto de violência que também tirou a vida de sua esposa, marcando uma perda trágica no cenário sul-americano.
  • 26 de dezembro — Jean Louis Gasset (72). Treinador francês, que comandou a Costa do Marfim na arena internacional e teve passagens por grandes clubes europeus. Gasset era reconhecido como líder técnico respeitado no futebol africano e europeu.
  • 28 de dezembro — Fernando Martín (44). Técnico espanhol ligada ao Valencia CF Femenino B, com carreira como jogador na segunda divisão da Espanha. Sua partida, em circunstâncias trágicas em um acidente de barco na Indonésia, revelou uma perda profunda para o futebol feminino e o esporte em geral, especialmente por ter partido junto com três filhos.

No dia a dia, cada nome aqui citado representa mais do que estatísticas: é uma história de dedicação, paixão e impacto que atravessa gerações. Torcedores, clubes e famílias guardam essas lembranças como lição de vida, legado técnico e respeito àqueles que ajudaram a moldar o futebol que amamos. Mas o que isso muda na prática? A resposta está no cuidado com que seguimos valorizando a história do esporte, celebrando suas conquistas e mantendo vivo o espírito de quem partiu.

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Jornalista

Carlos Ribeiro

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