Médica explica tratamento de viroses semelhante ao que afetou Virginia

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Médica explica tratamento de viroses como a que afetou Virginia Fonseca

Fernanda Parra falou com a coluna GENTE sobre contágio e sintomas

No universo das viroses que afetam o dia a dia, a endocrinologista Fernanda Parra explicou, em conversa com a nossa coluna, como funciona o contágio, quais sinais costumam aparecer e quais condutas costumam guiar o tratamento. A pauta ganha destaque por acompanhar casos recentes envolvendo figuras públicas, mas as informações valem para qualquer pessoa que precise entender o tema de forma prática e confiável.

No caso recente envolvendo a influenciadora Virginia Fonseca, diagnosticada com uma virose na Espanha, a notícia ganhou contorno: o diagnóstico foi feito nesta quinta-feira, 12. Ela contou ter contraído o vírus vindo da filha Maria Alice, de quatro anos, que está aos cuidados do pai, Ze Felipe, e dos irmãos, Maria Flor, de três, e José Leonardo, de um. A situação ganhou atualização na sequência: já nesta sexta-feira, 13, o cantor também relatou o aparecimento de sintomas. Diante disso, a médica Fernanda Parra reforça pontos importantes sobre contágio, sintomas e o que fazer em situações próximas a esse cenário.

Como funciona o contágio de viroses como a que atingiu Virginia Fonseca? Viroses gastrointestinais são, de modo geral, altamente contagiosas e se transmitem principalmente por meio de secreções contaminadas, como saliva, vômito ou fezes de pessoas infectadas. A transmissão pode ocorrer ao compartilhar objetos, alimentos ou utensílios, ao tocar superfícies ou até pela proximidade com alguém que esteja com sintomas, sobretudo em ambientes fechados. Além disso, é comum que o contágio aconteça quando a higiene das mãos não é adequada após ir ao banheiro ou antes de manusear alimentos.

Quais são os principais sinais? Os sinais mais comuns incluem náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, mal-estar generalizado e, em alguns casos, febre baixa. Em alguns indivíduos, pode haver dor de cabeça, cansaço e uma queda no apetite. Em geral, os sintomas surgem de forma rápida e costumam durar entre um e três dias, ainda que o corpo possa precisar de um pouco mais de tempo para retornar à normalidade.

Qual o tratamento? Quando é necessário buscar um médico? O manejo costuma se basear em medidas de suporte, com grande foco na hidratação adequada, repouso e alimentação leve durante o período em que os sintomas persistem. Em determinadas situações, podem ser usados fármacos para aliviar náuseas, vômitos ou dor abdominal, sempre sob orientação médica. É fundamental procurar atendimento médico se houver sinais de desidratação — como tontura intensa, boca muito seca ou pouca produção de urina —, febre alta ou persistente, presença de sangue nas fezes, ou se os sintomas durarem mais de três dias. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas merecem atenção redobrada, pois podem ter evolução mais rápida ou desconforto maior.

Siga as orientações da comunidade médica e, no dia a dia, pratique hábitos simples que reduzem o risco de contágio: lave as mãos com frequência, evite compartilhar itens de uso pessoal em quadros de doença e mantenha alimentação adequada durante o período de indisposição. E, claro, se a situação envolver alguém próximo com sintomas, vale buscar orientação médica para entender o que fazer de forma personalizada e segura.

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Jornalista

Mariana Silva

Personal organizer que adora soluções práticas para casa. Especialista em maximizar espaços pequenos com produtos inteligentes.

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