V. e Z.F. se manifestam após notificação do Tutelar sobre Maria Alice

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Equipe de Virginia e Zé Felipe se manifesta após notificação do Conselho Tutelar sobre Maria Alice

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Depois do desabafo público de Zé Felipe sobre a rotina escolar dos filhos, a equipe de Virginia Fonseca e do cantor se posicionou sobre a notificação recebida pelo Conselho Tutelar de Goiânia. A instituição informou a escola de Maria Alice, 4 anos, filha do casal, sobre a abertura de apuração após denúncias anônimas apontarem faltas excessivas em razão de viagens constantes. Em nota, a assessoria ressaltou que não serão divulgados detalhes do processo, enfatizando o sigilo para questões envolvendo menores, conforme direito protegido por lei.

O Conselho Tutelar confirmou que, no momento, apenas o caso de Maria Alice está sendo investigado, por envolver educação obrigatória a partir dos 4 anos. Segundo James da Silva Barbosa, presidente do órgão, o objetivo é avaliar o volume de faltas e verificar se houve justificativa adequada por parte dos pais, com o procedimento mantido em segredo de justiça para preservar a integridade da criança.

No âmbito público, Zé Felipe havia criticado a forma como as viagens impactavam a rotina das crianças, destacando que a prioridade deve ser a escola e a constância da agenda escolar. Em tom direto, ele defendeu mudanças no ritmo, afirmando que viagens longas deveriam ser substituídas por períodos curtos, com retorno imediato à rotina de estudo. Entre os filhos do casal, Maria Alice convive com Maria Flor, de 3 anos, e José Leonardo, de 1 ano, e o cantor deixou claro que não pretende manter os pequenos afastados da escola por longos períodos, reforçando a importância da regularidade nos aprendizados.

Na prática, a defesa da rotina escolar ganhou as manchetes após o pronunciamento do artista, mas o órgão de proteção esclareceu que o procedimento é conduzido com cautela e sigilo, justamente para proteger a criança. A equipe reiterou a disponibilidade de Virginia e Zé Felipe para colaborar com as autoridades, mantendo o foco em esclarecer as circunstâncias sem expor detalhes sensíveis do caso.

Além disso, vale lembrar que, conforme o estatuto, a educação é obrigatória a partir dos 4 anos, o que embasa a atuação do Conselho Tutelar na apuração de faltas e na avaliação de justificativas apresentadas pelos responsáveis. No dia a dia, funcionários e familiares precisam lidar com a tensão entre a vida pública e os direitos da criança, sempre buscando um equilíbrio que garanta o bem-estar e o aprendizado dos pequenos.

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Jornalista

Fernanda Costa

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