Mãe de Virginia comenta ansiedade; saiba reconhecer os sinais

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Mãe de Virginia relata ansiedade: entenda os sinais

Desabafo de Margareth Serrão chama atenção para sintomas físicos e emocionais comuns em crises de ansiedade

Um relato compartilhado nas redes reacende a importância de reconhecer os sinais de ansiedade. Margareth Serrão, mãe da influenciadora Virginia Fonseca, contou que atravessou uma noite em claro após uma crise intensa, marcada por sinais tanto físicos quanto emocionais. Em um vídeo publicado de madrugada, ela descreveu falta de ar, aperto no peito, angústia, medo e desespero — sinais comuns em crises de ansiedade, que costumam assustar porque podem se confundir com problemas cardíacos.

Para entender o que está por trás desses episódios, vale lembrar que a ansiedade é uma reação natural do organismo diante de situações de estresse. No entanto, quando surge de forma intensa, repentina e sem motivo aparente, pode se manifestar como uma crise de ansiedade.

Durante esses momentos, o corpo entra em estado de alerta máximo, liberando hormônios que aceleram o ritmo do coração, alteram a respiração e intensificam sensações emocionais. Esse conjunto de fenômenos explica boa parte do desconforto vivido pela pessoa em crise.

Principais sinais de alerta Os sinais relatados por Margareth estão entre os mais comuns em crises de ansiedade. Entre eles, destacam-se:

  • Falta de ar ou sensação de sufocamento
  • Aperto ou dor no peito
  • Medo intenso ou sensação de perigo iminente
  • Angústia e desespero
  • Dificuldade para dormir
  • Sensação de perda de controle

Por que esses sinais assustam tanto? Um dos maiores gatilhos é justamente a semelhança com sintomas de problemas cardíacos. Essa associação costuma deixar quem passa pela crise em estado de alerta redobrado, aumentando o medo. No caso relatado, mesmo com a pressão arterial dentro da faixa normal, a sensação de falta de ar e o medo permaneceram, algo comum em esse tipo de crise.

O que fazer durante uma crise de ansiedade? Especialistas apontam algumas estratégias que ajudam a atravessar o momento crítico: respirar lenta e profundamente, com foco na expiração; buscar um ambiente mais silencioso e seguro; evitar estímulos excessivos, como telas ou notícias; e lembrar que toda crise tem começo, meio e fim. No entanto, quando as crises se tornam frequentes ou muito intensas, é fundamental buscar ajuda profissional.

Quando buscar apoio especializado? A ansiedade merece atenção nos seguintes cenários: as crises se repetem; há prejuízo no sono e na rotina; o medo começa a limitar atividades do dia a dia. Nesse contexto, psicólogos e médicos podem ajudar a identificar as causas e indicar o tratamento mais adequado, que pode envolver terapia, mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, medicação.

Falar sobre ansiedade também é cuidado. Ao compartilhar sua experiência, Margareth contribui para quebrar o silêncio em torno da saúde mental. Reconhecer os sinais, buscar ajuda e dialogar sobre o que se sente são passos importantes para o cuidado emocional, em qualquer fase da vida.

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Jornalista

Renata Oliveira

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