Japão elege mangaká mais influente de 2025; Oda e Gotouge fora

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Nem Eiichiro Oda, nem Koyoharu Gotouge: Japão elege o mangaká mais influente de 2025 e surpreende por decisão

Vencedor foi eleito por revista japonesa

O ano de 2025 foi promissor para mangás e animes, mas apenas um autor conquistou o título de mangaká mais influente do período. Enquanto muita gente apostava em Eiichiro Oda, o criador de One Piece, ou em Koyoharu Gotouge, de Demon Slayer, a escolha acabou recaindo sobre Tatsuki Fujimoto, famoso por Chainsaw Man e por uma série de one-shots, como Look Back e Goodbye, Eri. A eleição chegou via COURRiER, com menções também a ComicBook e ScreenRant, e, embora surpreendente para alguns, faz sentido ao se observar a expansão do artista além do shounen de sucesso.

Além de Chainsaw Man, Fujimoto já viu outras frentes ganharem notoriedade: a adaptação de Look Back para longa-metragem e, mais recentemente, um live-action. No Prime Video, a coletânea Tatsuki Fujimoto 17-26 reuniu trabalhos publicados entre os 17 e 26 anos do autor, destacando a versatilidade do traço e a habilidade de transformar situações cotidianas em narrativas impactantes.

Entre os grandes destaques do universo mangá, o ranking traz uma lista de nomes que marcaram o ano, em uma leitura que mistura estilos e gerações. No topo, Fujimoto aparece ao lado de outros nomes que deixaram marcas com obras marcantes:

  • Tatsuki Fujimoto — Chainsaw Man, Look Back
  • Ryo Tatsuki — The Future I Saw
  • Naoki Urasawa — Monster, 20th Century Boys
  • Junji Ito — Uzumaki, Gyo
  • Marina Lisa Komiya — On Their Frontlines: The Lives of Japanese War Brides
  • — Witch Hat Atelier
  • Makoto Yukimura — Vinland Saga, Planetes
  • Gege Akutami — Jujutsu Kaisen
  • Natsumi Aida — Switch Girl!!
  • Eiichiro Oda — One Piece

No dia a dia dos fãs, fica a sensação de que a força de Fujimoto está justamente na capacidade de mesclar impacto emocional com traços e abordagens distintas, abrindo espaço para novas leituras que dialogam com gerações diferentes de leitores. Mas o que isso muda na prática para quem acompanha mangá e anime? No fim das contas, a diversidade de estilos ajuda a manter a indústria em movimento e a alimentar o desejo por histórias que vão além do óbvio.

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Jornalista

Carlos Ribeiro

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