Irã está há 84 horas sem internet; Trump cogita ajuda de Musk para intervir
Autoridades cortaram sinal de internet e telefonia após protestos contra o governo local
O corte de conexão no Irã persiste nesta segunda-feira, marcando 84 horas sem acesso à rede. A decisão, anunciada pelas autoridades, acompanha um momento de protestos contra o governo local que ganhou força nas últimas dias.
No centro da contestação está a crise econômica e o governo do aiatolá Ali Khamenei, que já está no poder há 35 anos. A mobilização ganhou impulso com uma manifestação inicial em Teerã e se espalhou por várias cidades, levando autoridades a interromper serviços de internet e telefonia para tentar conter a repercussão.
Enquanto isso, a cena internacional acompanha de perto: segundo informações divulgadas, o ex-presidente americano Donald Trump afirmou que iria conversar com o bilionário Elon Musk sobre a possibilidade de restabelecer a conexão no país. Questionado sobre a participação da SpaceX ou da rede Starlink, ele respondeu de forma ambígua, ressaltando apenas que Musk “é muito bom nesse tipo de coisa”.
Do ponto de vista técnico, o apagão digital não é um caso isolado: em meio à onda de protestos, especialistas apontam que manter a conectividade é um desafio complexo e que governos costumam recorrer a medidas rápidas para controlar as informações e o fluxo de comunicação.
Para quem quer entender o que pode contornar uma paralisação assim, seguem algumas saídas que costumam ser discutidas como alternativas nos cenários de censura:
- Shortwave/HAM radio
- Torres de celular nas fronteiras
- Terminais Starlink
- Satélite direto para celular
No dia a dia, a internet deixou de ser apenas entretenimento: ela é veículo de trabalho, estudo, notícias e contatos. Quando fica indisponível, afeta desde mensagens rápidas até serviços básicos. No fim das contas, a conectividade é parte essencial da vida moderna, e situações como essa revelam o quanto dependemos dela para o equilíbrio do dia a dia.