Pronto a tudo, Flávio Bolsonaro afirma montar grupo econômico autônomo

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Vou fazer de tudo para montar equipe econômica com autonomia, disse Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta terça-feira, 6, que, caso seja eleito, a equipe econômica que formar terá autonomia, mantendo a linha seguida pelo ex-ministro Paulo Guedes.

Em entrevista publicada pelo canal de um influenciador, Flávio ressaltou que o foco na área econômica será de autonomia para agir com independência, sem abrir mão de resultados. Além disso, o parlamentar prometeu continuidade em boa parte das diretrizes que marcaram o período anterior, buscando um desempenho ainda melhor do que o visto até aqui. No dia a dia da política, ele defendeu que a equipe não estará presa a fórmulas rígidas, mas sim alinhada a metas claras de crescimento e controle de contas públicas.

No debate de bastidores, o senador mencionou que o mercado já tem percebido um avanço na leitura sobre seu nome, o que, para ele, sinaliza uma menor percepção de risco em relação à própria candidatura. Segundo Flávio, mesmo com a preferência por nomes de outras regiões, especialmente o governador de São Paulo, a leitura de que seu ingresso pode fazer sentido vem ganhando espaço entre investidores e analistas. Ele citou também que, quando surgem as primeiras pesquisas apontando um desempenho competitivo, o mercado entende que não é tão arriscado lançar o nome dele para concorrer à Presidência.

Ao falar sobre alianças, Flávio mencionou a expectativa de obter apoio de partidos de centro e deixou claro que a candidatura permanece em aberto até o fim do processo. A mensagem é de firmeza: é pré-candidato e só recua se houver cenário claro de apoio a Jair Messias Bolsonaro, com a ideia de manter a trajetória de sua base de apoio. “Eu sou pré-candidato e só abro mão se for para Jair Messias Bolsonaro”, declarou, reforçando o compromisso com o projeto do pai e a possibilidade de continuidade em um novo ciclo.

Mas o que isso muda na prática para quem acompanha o dia a dia da economia e das decisões públicas? No fundamentos, a busca é por uma gestão que combine autonomia institucional com responsabilidade fiscal, mantendo instrumentos que favoreçam o equilíbrio das contas e o estímulo ao crescimento. No fim das contas, o debate gira em torno de uma proposta de continuidade responsável, com foco em entregar resultados reais para o consumidor, o investidor e o trabalhador.

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Jornalista

André Santos

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