Flávio afirma ter atribuído missão a Rogério Marinho, sem revelar qual

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Flávio anuncia que deu missão a Rogério Marinho, mas não revela qual

Senador deve assumir a coordenação da campanha do filho de Jair Bolsonaro

Em meio aos movimentos nos bastidores da política, Flávio Bolsonaro, já colocado como pré-candidato à presidência, informou que Rogério Marinho, ex-ministro da gestão de Jair Bolsonaro, integrará a equipe de sua campanha rumo ao Palácio do Planalto. Embora não tenha confirmado o cargo exato que o aliado ocupará, a expectativa é de que Marinho assuma a coordenação da campanha do primogênito. Para viabilizar essa nova etapa, o parlamentar do PL abriu mão da própria candidatura ao governo do Rio Grande do Norte.

Pesquisas o colocavam tecnicamente empatado na liderança com Alysson Bezerra, do União Brasil, no cenário potiguar, o que adiciona um componente estratégico à mudança anunciada.

Em nota à imprensa, Marinho explicou que, diante do momento difícil, Jair Bolsonaro pediu que ele se somasse à luta pela candidatura de Flávio para resgatar o país. Ele ressaltou que a gratidão, a solidariedade e a lealdade a Jair Bolsonaro e ao que ele representa pesaram na decisão. “Abro mão da minha candidatura e do sonho de governar o Rio Grande do Norte para me somar à luta de milhões de brasileiros que compreenderam que derrotar o PT é uma necessidade histórica para salvar o Brasil”, afirmou o ex-ministro.

Antes do anúncio, o senador já acompanhava Flávio em agendas com o mercado financeiro e já se debruçava sobre o programa de governo do pré-candidato do PL à presidência. Paralelamente, a movimentação indica que a formação da equipe de campanha terá desdobramentos nos próximos dias, com impactos diretos no tom e na estratégia da candidatura.

No dia a dia, a decisão de Marinho reforça a leitura de que o time de Flávio busca ampliar a articulação e a presença junto a diferentes setores, mantendo o foco na renovação e no atrativo de uma agenda de mudanças para o país. Mas o que isso muda na prática para o eleitor comum? No fim das contas, a expectativa é de que a coordenação venha a acelerar a organização da campanha e a desenhar um caminho para o Palácio do Planalto, com novos contornos e parcerias estratégicas.

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Jornalista

Renata Oliveira

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