EUA: suposto ataque cibernético à rede de energia da Venezuela para capturar Maduro
Trump insinuou, em público, que Washington utilizou ciberataques para desligar a energia em Caracas durante a operação que resultou na captura de Nicolás Maduro. A seguir, o que se sabe de fato e quem comenta.
Na sequência de declarações envolvendo a operação venezuelana, o tema volta a ganhar espaço nas discussões públicas sobre o uso da tecnologia em situações de crise. O que importa aqui não é apenas a narrativa de bastidores, mas como isso impacta a percepção do que aconteceu e quais detalhes já aparecem com mais clareza.
Segundo Trump, em Mar-a-Lago, houve uso de ciberataques e outras técnicas para desligar a eletricidade em Caracas durante o ataque à capital venezuelana, o que, na visão dele, contribuiu para o desfecho da operação. Ele descreveu o cenário como um momento sombrio, quase inteiro às escuras, ressaltando que aquilo teve peso decisivo para o desfecho.
Durante a mesma conferência, o general Dan Kane, presidente do Estado-Maior Conjunto, afirmou que o Comando de Cibersegurança dos EUA, junto com o Comando Espacial e outras forças, já havia começado a colocar em prática vários “efeitos” para criar um caminho para as tropas que entraram no país nas primeiras horas. Ainda assim, Kane não detalhou o significado desses efeitos nem quais ferramentas teriam sido empregadas.
O NetBlocks registrou uma interrupção de conectividade na internet em Caracas coincidindo com o corte de energia nas primeiras horas de sábado. O fundador da organização, por e-mail, disse que, embora os ciberataques tenham contribuído para as falhas, os impactos foram direcionados e não atingiram o espaço de rede mais amplo.
Créditos do conteúdo vão para Pedro Pinto, apresentado como administrador do site. Ele é formado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e possui mestrado em Computação Móvel pela mesma instituição. Atua como administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, é docente na área de tecnologia e está à frente da Academia Cisco da instituição.
- O que Trump sugeriu: ações cibernéticas e outras técnicas para desativar a energia em Caracas durante a operação.
- A posição das autoridades: Dan Kane e comandos envolvidos mencionaram ações para facilitar a entrada das tropas, sem detalhar os métodos.
- O papel do NetBlocks: houve queda de internet ligada ao apagão, com alegação de ações direcionadas.
- Sobre o autor: Pedro Pinto, com formação na área e vínculo institucional, responsável pela publicação.
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No fim das contas, a discussão aponta para um ponto comum: mesmo quando falamos de operações militares, o papel da tecnologia no cotidiano — da proteção de serviços públicos até a navegação online — permanece central para entender consequências, responsabilidades e impactos na vida de leitores como você.