Dino impede indicação de emendas do suplente de Zambelli

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Dino barra indicação de emendas de suplente de Zambelli

Substitutos de Ramagem e Eduardo Bolsonaro poderão destinar recursos

Em meio ao movimento de ajustes orçamentários, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, decidiu barrar o pedido da Câmara para que Adilson Barroso (PL-SP), que assumiu a vaga aberta por Carla Zambelli, passe a indicar emendas ao Orçamento de 2026. A decisão levou em conta que Zambelli, atualmente detida na Itália, não apresentou as indicações no período adequado, quando ainda integrava o mandato, tornando impraticável a reabertura do prazo.

No entanto, na prática, Dino abriu espaço para outra linha de atuação: a Câmara terá autorização para que Dr. Flávio (PL-RJ) e Missionário José Olímpio (PL-SP) apresentem emendas no lugar de Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro, cujas indicações já haviam sido apresentadas e, posteriormente, cassadas.

Essa deliberação amplia as possibilidades de destinação de recursos por meio de suplentes, mesmo diante da situação de Zambelli. Além disso, a decisão evidencia a busca por continuidade em emendas técnicas, mesmo com mudanças de nomes envolvidos no processo.

Mas o que isso muda na prática para o cidadão comum? No dia a dia, a gestão de recursos pode ganhar novas margens de intervenção, mantendo o foco em projetos e programas determinados pelos novos substitutos, sem perder o ritmo do orçamento público.

  • Adilson Barroso permanece como suplente envolvido no debate, mas com a negativa de indicar emendas no momento.
  • Dr. Flávio e Missionário José Olímpio passam a representar emendas no lugar de Ramagem e Bolsonaro, cujas indicações foram cassadas.
  • Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro tiveram suas indicações retomadas, cassadas anteriormente, abrindo espaço para substitutos.

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Jornalista

André Santos

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