Copinha: relembre talentos que despontaram na base do futebol

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Copinha: relembre craques que ficaram famosos na competição de base

Relembre grandes craques do futebol que brilharam na Copa São Paulo de Futebol Júnior, como Neymar, Vinícius Jr. e Gabriel Martinelli. Descubra suas histórias e como começaram a trilhar o caminho para o estrelato. Acompanhe o melhor do futebol de base!

A Copa São Paulo de Futebol Júnior, carinhosamente conhecida como Copinha, permanece como um verdadeiro viveiro de talentos no cenário brasileiro. Ao longo das edições, nomes que hoje dominam o futebol global já despontaram na competição. Entre os históricos destaques, constam Neymar (Santos), Vinícius Júnior (Flamengo), Gabriel Martinelli (Ituano) e Rogério Ceni (São Paulo), cada um abrindo portas para trajetórias prochaines no profissionalismo. O calendário costuma mobilizar o país: a disputa começa nesta sexta-feira e segue até o dia 25 de janeiro, reunindo equipes de base de diversas regiões. Além de entreter o torcedor, a Copinha funciona como uma vitrine para quem busca novas estrelas no futebol brasileiro.

No dia a dia, o torneio é também um espaço para acompanhar a formação dos atletas em ritmo acelerado. E não para por aí: para quem curte acompanhar o universo dos clubes e oportunidades, a cobertura de base ganha contorno diferenciado nas redes. Se você está no TikTok, já sabe: a Terra Esportes chegou por lá para trazer informações de um jeito leve, dinâmico e divertido. Siga o perfil, curta e compartilhe para não perder nenhum desdobramento.

Em 2025, a competição revelou um talento que chamou a atenção ao longo da campanha: Ryan Francisco, que conduziu o São Paulo ao pentacampeonato da Copinha, marcando 10 gols em oito partidas. O garoto, porém, teve o primeiro ano entre os profissionais marcado por uma lesão no joelho, lembrando que o caminho de cada craque guarda altos e baixos antes de deslanchar no Mundo do Futebol profissional.

Para ficar de olho na história de quem abriu caminho para as gerações que vemos surgir a cada edição, veja abaixo exemplos de jogadores que assumiram papéis de destaque já na Copinha e que hoje aparecem como referência em clubes grandes:

  • Gabriel Martinelli (Ituano) — hoje protagonista no Arsenal; revelou-se na Copinha de 2019, marcando seis gols em quatro jogos e abrindo a porta para a transferência aos grandes palcos europeus.
  • Neymar (Santos) — estourou como fenômeno em 2009; já em 2008 era reserva de luxo, mas em 2009 consolidou a passagem rumo ao time principal após a passagem pela Copinha.
  • Vinícius Júnior (Flamengo) — o talento ganhou destaque na Copinha de 2017; suas atuações chamaram a atenção e abriram espaço para a estreia profissional ainda jovem, sob a batuta de Zé Ricardo.
  • Rogério Ceni (São Paulo) — a história do goleiro começa justamente na base; foi um dos pilares da campanha que venceu a Copinha em 1993 e, no mesmo ano, integrou o elenco profissional, iniciando uma trajetória de títulos.
  • Fred (América-MG) — antes de se firmar na seleção brasileira e no Fluminense, fez história na Copinha de 2003, anotando um dos gols mais rápidos da competição e ganhando espaço entre os profissionais depois do torneio.
  • Lucas Paquetá (Flamengo) — um dos destaques da edição de 2016, carregou a camisa 11 e ajudou o Flamengo a levantar o título, abrindo caminho para a projeção no futebol de alto nível.
  • Luizão (Guarani) — campeão mundial com a Seleção em 2002, viveu momentos marcantes na Copinha de 1994 ao lado de Amoroso, no Guarani, consolidando a importância do torneio para as carreiras.
  • Dener (Portuguesa) — talvez o nome mais emblemático da história da Copinha; brilhou na edição de 1991, encantando com seus dribles, e teve passagens por Grêmio e Vasco, antes de falecer precocemente em 1994.

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No fim das contas, a Copinha continua sendo uma vitrine previsível de talento jovem, onde cada edição acende o imaginário de torcedores e técnicos sobre quem pode se firmar como o próximo grande nome do futebol brasileiro. Se o craque da edição anterior não despontou ainda por questões físicas, a certeza é que os garotos que entram em campo no mês de janeiro trazem com eles o sonho de escrever uma nova página na história do esporte mais popular do país.

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Jornalista

Lucas Almeida

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