Audi F1 ronco; Toyota não revela MR2; Prelude com trat. especial

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Ronco de F1 da Audi, MR2 que não veio, o tratamento especial do Honda Prelude e mais!

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O dia começa com o barulho dos bastidores do automobilismo moderno. Audi promete levar o som da Fórmula 1 a um novo patamar: o ronco gravado do motor da equipe já circula no feed, enquanto a equipe se prepara para os testes em Barcelona. A partida inicial do motor, gravada na base de Hinwil, na Suíça, em dezembro, já tem vídeo divulgado pelas redes sociais. O som é intenso, mas a primeira audição deixa claro que o timbre de 2025 ficou para trás — o que ouvimos aponta para uma direção diferente dos ruídos de 2026, com intensidade que pode levar a expectativas interessantes para o próximo ciclo de temporada.

No dia a dia das equipes, a Audi trabalha na integração do conjunto, com o motor vindo da base em Neuburg e o chassi ganhando vida em Hinwil e a montagem dos sistemas ocorrendo em Bicester, na Inglaterra. Nesta sexta-feira, o carro será conduzido pelos dois titulares da estrutura, Nico Hülkenberg e Gabriel Bortoleto, com cerca de 200 km de rodagem permitidos em pneus de demonstração. A estreia oficial, porém, está marcada apenas para o dia 20 de janeiro, enquanto as sessões pré-temporada em Barcelona devem começar entre 26 e 30 de janeiro. É o tipo de movimento que mexe com a imaginação dos fãs, mesmo antes de ver o primeiro protótipo em pista.

Curiosamente, o dia reserva também uma decepção esperada para quem ficou na expectativa de um MR2 moderno. O Sr. Akio Toyoda trouxe um momento de humor ao palco, dizendo ter um carro de motor central e dois lugares, levantando o suspense de quem esperava um MR2 novo. No fim, não houve MR2, mas sim outra surpresa: uma kei truck Daihatsu preparada pela Gazoo Racing. E a Toyota não parou por aí: foi apresentado também o GR Yaris Morizo RR, versão especial do hot hatch que carrega o DNA das competições. O design é agressivo, com pintura cinza Gravel Khaki, rodas bronze fosco e pins amarelos, capô e asa em fibra de carbono, tudo inspirado no espírito de rali. Internamente, o conjunto mecânico mantém o três-cilindros 1.6 turbo de 257 cv, mas agora ele trabalha com uma caixa automática de oito marchas. O volante ganhou diâmetro menor, revestimento em microsuede e comandos remodelados, com paddle shifts exclusivos. Detalhes como costuras amarelas e uma plaqueta numerada destacam a edição. No entanto, a durabilidade da tiragem é limitada: apenas 100 unidades para Japão e Europa, distribuídas via sorteio pelo aplicativo GR. Portanto, quem esperava MR2, terá de contentar-se com um Yaris esportivo reapresentado em formato mais exclusivo.

Neste mesmo mosaico de novidades, surge a aposta da GWM nos EUA, alinhando uma estratégia audaciosa para o CES. Em vez de um simples carro elétrico genérico, a empresa levou dois motores V8 para o grande palco da América. O primeiro, conhecido entre nós, é o flat-eight de 2,0 litros que já equipa a moto Souo S2000 — uma tourer pesada com ambições de rivalizar com a Honda Gold Wing. Ele aparece em acabamento cromado, preparando o terreno para a ideia de migração para carros. O motor acompanha 154 cv e 19,4 mkgf, além de um pacote tecnológico que inclui chipset Snapdragon 8155P, painel TFT, sensores de radar e itens de luxo como assento aquecido e freios Brembo de quatro pistões.

Ao lado dele, surge o novo V8 4.0 biturbo, apresentado pela própria Great Wall em tom de surpresa, ainda que a empresa ressalte que nada disso implica aplicações imediatas. O Tank 300 surge como candidato natural para receber essa engenharia, mas executivos preferem dizer que, por ora, o motor está ali para demonstrar capacidade técnica. Yvan Le Neindre, chefe de powertrain, foi categórico: o V8 não precisa ser híbrido, e o flat-eight não está amarrado a nenhum produto específico. A ironia é clara: a China, que teve papel decisivo na era da eletrificação global, agora ocupa espaço no palco americano discutindo uma arquitetura de oito cilindros. A entrada da GWM nos EUA, porém, continua travada pela taxa de importação de 200%, conhecida como a tal política tarifária de Trump. Ainda assim, a cúpula aponta para a possibilidade de surgir uma marca premium da Great Wall, com foco justamente na exportação — algo que já foi insinuado em planos de longo prazo.

  • Segundo a leitura dos benchmarks, a GWM sinaliza uma estratégia de alto desempenho para o mercado norte-americano, mantendo as opções de híbridos e elétricos em linha com o portfólio global.

Se você é fã de Honda Racing e Mugen, o dia reserva mais informações sobre o Prelude. A Honda levou o Prelude ao Tokyo Auto Salon com duas abordagens distintas, ambas complementares. De um lado, o conceito desenvolvido pela Honda Racing (HRC), a divisão oficial de competição, e, de outro, a vitrine da Mugen, que continua atuando como o âncora de diversão para entusiastas. O conceito HRC chega com spoiler frontal ampliado, saias, difusor e asa traseira em fibra de carbono. Não havia acesso ao interior, mas as previsões seguem o caminho de inspirações anteriores: bancos concha, remoção do banco traseiro e reforços estruturais, caso a receita permaneça a mesma para o próximo passo. A Honda já sinalizou que pretende vender componentes individualmente dentro de um programa oficial, mantendo o charme de competição sem abrir mão da praticidade.

Já a Mugen avança por uma via mais exclusiva: o Spec.III, série limitada a apenas 16 unidades, distribuídas por sorteio. A muse emula o espírito dos anos 80, com adesivos em vermelho, dourado e preto sobre a carroceria cinza e numeração individual, além de um bodykit em fibra de carbono no estilo Group A. O Spec III inclui o escape esportivo e elementos visuais exclusivos, mas roda com rodas, freios e suspensão vendidos separadamente, como é comum nos kits da marca. A estratégia é clara: criar um objeto fetichizado para a eletrificação, sabendo que há fãs dispostos a disputar uma vaga para um Prelude híbrido com aerodinâmica de competição. E para quem não quer participar do sorteio, a Mugen disponibiliza os componentes do kit Group A individualmente, com splitter em duas peças, saias, difusor, extensões do para-choque e capas de espelho em carbono. Internamente, o conjunto mecânico contempla escape em inox, rodas forjadas BBS de 19 polegadas, amortecedores ajustados pela Yamaha e pastilhas mais agressivas.

Enquanto isso, a Subaru decidiu mostrar um protótipo do WRX STI que, na prática, parece mais do mesmo. O lançamento de teasers acirrados alimentou a imaginação dos fãs ao sugerir um rastro de novidades concretas. No entanto, o que veio à tona foi o WRX STI Sport# Prototype#, um conceito que não representa o modelo de produção e que, visualmente, parece um STI de referência antiga. O carro exibe posição estável, aerodinâmica pronta para rodar e adesivos chamativos, mas a Subaru se mantém firme na posição de protótipo, sem confirmação de cenário de produção. Em termos de mecânica, o protótipo utiliza o mesmo boxer 2.4 turbo do WRX atual, com 271 cv e 258 lb-ft no modelo de rua. O que permanece incerto é se houve algum ganho de potência para sustentar o emblema STI. A transmissão permanece manual de seis marchas, com tração integral, mas, por ora, é apenas uma visão de futuro. O anúncio oficial termina com “Coming Soon”, alimentando a especulação sobre se o conceito é apenas um prelúdio para uma atualização ou se ficará no status de estudo visual. Em resumo, o WRX STI continua no radar, porém sem confirmação de produção imediata.

Para quem deseja aperfeiçoar a condução de forma prática e com foco em pista, o recado final fica com a parceria da Lateral G. O recorte de leitura aponta para descontos especiais para assinantes: 10% de vantagem nos módulos ou no treinamento completo, válido para quem quiser investir no conhecimento técnico de pneus, suspensão e setup. As inscrições para a próxima turma já estão abertas, com começo online marcado para o dia 3 de fevereiro. Caso tenha interesse em saber mais detalhes ou fazer a inscrição, basta acessar o site oficial ou falar com o time da Lateral G pelo Instagram. Aqui no Zero a 300, é assim: prática, curiosidade e técnica caminhando juntas para entender o universo automotivo em toda a sua diversidade.

Em resumo, o dia traz uma miscelânea de novidades que vão desde barulhos industriais de F1 e curiosidades de protótipos até ofertas e treinamentos que ajudam o leitor a evoluir. O que fica claro é que a indústria permanece em movimento constante, com fabricantes explorando caminhos diferentes para surpreender o público, enquanto fãs aguardam, com expectativa, cada novo passo no asfalto e no asfalto virtual.

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Jornalista

Fernanda Costa

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