Leila Pereira provoca rivais: pode ser o Real Madrid da Shopee

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Leila Pereira alfineta rivais: ‘Pode ser o Real Madrid da Shopee’

Presidente do Palmeiras participou de reunião sobre a criação de liga do futebol brasileiro

Em uma reunião com representantes das Séries A e B do Brasileirão para debater a criação de uma liga nacional, Leila Pereira soube aproveitar o momento para mandar um recado direto aos rivais. O encontro, ocorrido nesta segunda-feira (6), serviu para alinhar caminhos sobre a futura liga do futebol brasileiro e, no tom de quem busca união constante, a dirigente não deixou de cobrar foco coletivo entre as equipes.

Durante o contato com jornalistas ao término do encontro, a presidente do Palmeiras fez questão de enfatizar a necessidade de unidade entre clubes e usou uma comparação contundente para ilustrar a postura de alguns concorrentes. “O Palmeiras sempre caminha na posição de valorizar a competição. Na condição de que o Palmeiras não joga sozinho, o Palmeiras não é o centro do universo. O Palmeiras não é o Real Madrid do Brasil e nem das Américas. Tem outros clubes que se acham o Real Madrid, pode até ser o Real Madrid da Shopee. Mas pra chegar lá precisa botar os pés no chão e se conscientizar de que ninguém é maior que ninguém”, declarou a dirigente.

No debate sobre o formato da liga, Leila ressaltou a importância de que todas as equipes deem as mãos para as competições avançarem. “Todos nós precisamos um dos outros. Eu nunca achei que o Palmeiras seria melhor ou maior do que qualquer clube. Eu preciso dos outros clubes, eu não jogo sozinha”, completou, reforçando que o sucesso do projeto depende da cooperação e do respeito mútuo entre clubes.

Além dos posicionamentos, a discussão sobre a liga também traz um olhar técnico: a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou uma análise feita desde os primeiros meses da gestão de Samir Xaud, com dados que apontam um potencial ainda não explorado do futebol nacional. O material serve como base para entender onde o futebol brasileiro pode crescer de forma sustentável, sem perder a identidade de cada clube.

No fim das contas, a fala de Leila reforça uma percepção que vem ganhando força entre torcedores e dirigentes: a construção de uma liga nacional exige compromisso, transparência e uma visão compartilhada de valorização da competição. A prática, por ora, parece caminhar passo a passo, com encontros e análises que já ajudam a mapear o caminho para uma organização mais coesa do futebol brasileiro.

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Jornalista

Lucas Almeida

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