Confira os craques que ficarão fora da Copa do Mundo de 2026
Grandes nomes do futebol internacional serão ausência na competição sediada nos Estados Unidos, Canadá, e México
A definição das últimas vagas para a Copa do Mundo de 2026 chega ao fim nesta terça-feira, 31, com a confirmação de quatro países europeus na recusa de vagas e a conclusão de duas seleções pela via das repescagens intercontinentais. No fim das contas, com o quadro completo dos participantes, surgem também as ausências que vão marcar o torneio que se aproxima. Entre os grandes nomes que não estarão em campo, alguns nomes de peso já aparecem como destaques do universo futebolístico.
Entre os que aparecem na lista de ausentes, o Robert Lewandowski ocupa um lugar de destaque. O atacante polonês, maior goleador da história do seu país, deverá perder a competição que será realizada nos EUA, Canadá e México. A Polônia ficou fora ao perder por 3 a 2 para a Suécia na repescagem europeia. Ao longo da carreira, Lewandowski conquistou duas Copas do Mundo (2018 e 2022) e quatro Eurocopas (2012, 2016, 2020 e 2024). Ele comanda a artilharia da seleção com 89 gols e detém o recorde de partidas pela equipe, com 165 jogos disputados.
Outro grande nome que não estará presente vem de Geórgia. Khvicha Kvaratskhelia, ponta-direita do PSG, viu a equipe do país ficar pelo caminho nas eliminatórias e terminar em terceiro lugar no Grupo E, atrás de Espanha e Turquia. Desde 2019 vestindo a camisa da seleção nacional, o atleta acumula apenas uma participação em grandes torneios oficiais pela Geórgia até hoje: a Eurocopa de 2024, onde chegou às oitavas de final. A ausência dele deixa claro como a geografia do talento nem sempre se traduz em um passaporte para o Mundial.
Já na Itália, a história é parecida com a de Lewandowski, em termos de repetição de ausência. Gianluigi Donnarumma, goleiro que representa a Azzurra desde 2016, não verá a Itália competindo pela terceira vez consecutiva em Copas do Mundo. A Itália caiu diante da Bósnia e Herzegovina nas cobranças de pênalti, na última etapa da repescagem europeia. Donnarumma, hoje jogador do Manchester City, soma mais de 80 partidas pela Itália e foi protagonista no título da Eurocopa de 2020, marcando mais uma vez como uma referência sob as traves. Essa combinação elimina qualquer dúvida sobre o peso da ausência dele neste torneio.
Outra constatação marcante envolve Dominik Szoboszlai, a grande estrela húngara. A Hungria, com uma história riquíssima no futebol — vice-campeã mundial em 1938 e em 1954 — não conseguiu avançar nas eliminatórias europeias. Eles ficaram fora da repescagem, encerrando a participação com a terceira colocação no Grupo F, atrás de Portugal e Irlanda. Szoboszlai, capitão desde 2022 e jogador do Liverpool, ainda busca levar a Hungria a sua primeira presença em Copas do Mundo pela porta principal. Enquanto isso, ele se firma como referência técnica do time, mantendo viva a esperança do país em futuras edições.
E, por fim, um caso que lembra que o futebol é também ciência de lesões: Rodrygo não atua por um país eliminado, certo? No entanto, o atacante do Real Madrid fica de fora por motivos médicos, após sofrer ruptura no ligamento cruzado anterior e no menisco lateral do joelho direito, estando temporariamente afastado da disputa. Em meio a tantas ausências, esse episódio reforça a ideia de que, no dia a dia, lesões também são parte do jogo e podem influenciar o equilíbrio de um elenco que sonha com a glória mundial.
No conjunto, as ausências listadas revelam como a definição do Mundial de 2026 foi marcada por retrospectos, histórias e lances que ficaram fora de campo. No fim das contas, o torneio também propõe novas miradas e oportunidades para quem assume o protagonismo de agora em diante, oferecendo aos torcedores outras expectativas sobre quem pode ocupar o lugar dos craques que não estarão em campo.