Ancelotti monta a Seleção com os melhores brasileiros que treinou
Na véspera da última convocação antes da Copa do Mundo de 2026, o técnico italiano revelou uma “seleção dos sonhos” formada pelos craques nacionais que cruzaram seu caminho ao longo da carreira, conectando gerações e clubes diferentes.
Às vésperas de uma janela de amistosos que antecede o Mundial, Ancelotti deixou claro que não se tratava de uma lista qualquer, mas de um sonho que evidencia a ligação profunda do treinador com o Brasil. Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o comandante italiano apontou os melhores jogadores do país que já tiveram a oportunidade de trabalhar sob seu comando, destacando a riqueza de talentos que atravessaram as suas equipes ao longo dos anos. No entanto, na empolgação, ele acabou reunindo 12 nomes, representando distintas eras do futebol brasileiro.
Entre os eleitos aparecem nomes que marcaram época e que convivem com a ideia de um time perfeito, criado para inspirar fãs e leitores. A formação traz, de um lado, a base defensiva de Dida no gol, acompanhado por uma linha de defesa com Cafu, Éder Militão, Thiago Silva e Marcelo. Do outro, o meio de campo é puxado pela presença de Casemiro e Kaká, enquanto o ataque reserva espaço para Vini Jr e Rodrygo. Completam a relação figuras lendárias da história do futebol brasileiro: Ronaldinho, Rivaldo e Ronaldo.
- Dida
- Cafu
- Éder Militão
- Thiago Silva
- Marcelo
- Casemiro
- Kaká
- Vini Jr
- Rodrygo
- Ronaldinho
- Rivaldo
- Ronaldo
Na prática, a relação de Ancelotti com o Brasil vai muito além do jogo do dia a dia. Ao longo da sua trajetória, o italiano manteve uma conexão forte com vários nomes que ajudaram a desenhar o seu sucesso. A começar pelo Milan, onde entre 2001 e 2009 ele conviveu de perto com Dida, Cafu, Kaká, Rivaldo, Ronaldinho e Ronaldo, ajudando o clube a erguer taças importantes no cenário europeu. Depois, no Paris Saint‑Germain, manteve um elo fundamental com Thiago Silva, que também esteve ligado ao seu período no clube francês, aliando experiência e liderança à defesa da equipe.
Já no Real Madrid, carreira que se estendeu em dois blocos (2013-2015 e 2021-2025), o treinador teve a oportunidade de conduzir nomes como Marcelo, Casemiro, Vinícius Júnior e Rodrygo, atletas que ajudaram o clube a alcançar grandes conquistas continentais e mundiais. No conjunto imaginado por ele, fica a impressão de que cada jogador representa não apenas uma posição, mas um capítulo da própria história de sucesso que o técnico construiu ao longo dos anos.
Em uma leitura mais ampla, o que se percebe é uma síntese de gerações: convivência com ídolos que já tiveram o brilho reconhecido pela Fifa e, ao mesmo tempo, a presença de jovens que hoje desenham o futuro da seleção. A ideia é mostrar que, independentemente da época, o Brasil produz talentos de alto nível e que, sob a ótica de quem treinou tantas vezes no exterior, esse grupo foi capaz de representar o melhor do país em diferentes estágios da carreira.
Quanto à próxima janela de jogos, a convocação da Seleção Brasileira acontece nesta segunda-feira (16), às 14h (horário de Brasília), com a apresentação de amistosos diante de França e Croácia marcados para os dias 26 e 31. E, no dia a dia, fica a certeza de que tais encontros ajudam a medir a validade de uma ideia que, mesmo sem perder o senso de tela, serve para manter vivo o debate sobre quem fica e quem surpreende em um cenário tão competitivo.
Para quem gosta de acompanhar o movimento do futebol brasileiro, vale ficar ligado nas nossas atualizações sobre a seleção, as convocações e os efeitos dessas escolhas no planejamento para a Copa do Mundo de 2026. A partir de agora, o tema ganha ainda mais relevância, justamente pela origem dos nomes e pela qualidade que cada um pode somar a uma equipe imaginária tão bem construída.