Crises de soluço de Bolsonaro viram azia grave; médico é chamado à PF

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Bolsonaro: crises de soluço viram quadro grave de azia e médico é chamado à PF

Informação foi divulgada pelo filho Carlos Bolsonaro, que voltou a defender o regime de prisão domiciliar para o pai

Em meio a понимаções sobre a saúde de figuras públicas, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, trouxe novos relatos sobre o estado de saúde do pai. Ele afirma que crises de soluço teriam evoluído para um quadro mais grave de azia, com dificuldade para se alimentar e dormir, além de sinais de desgaste psicológico provocado pela solidão na carceragem.

De acordo com Carlos, um médico foi acionado para acompanhar a situação na unidade da Polícia Federal, em Brasília. A informação chegou no domingo, 11 de janeiro de 2026, conforme o relato do filho, que reforça a gravidade da situação.

Segundo ele, a avaliação médica indicou que as crises de soluço evoluíram para uma azia constante, prejudicando a alimentação e o sono, além de evidenciar um abalo psicológico significativo pela condição de isolamento. A descrição sugere impacto não apenas físico, mas também emocional, com o ex-presidente sob forte pressão no ambiente de prisão.

No campo político, a defesa mantém a linha de exigir uma prisão domiciliar humanitária para Bolsonaro, protocolando novamente o pedido junto ao STF. Até o momento da publicação, porém, o tribunal não havia apreciado a demanda.

O histórico recente de saúde de Jair Bolsonaro inclui internação anterior, em 24 de dezembro, com passagem pelo Hospital DF Star e quatro intervenções cirúrgicas — uma por hérnia e outras três para tentar amenizar os soluços. Ele recebeu alta em 1º de janeiro, mas pouco depois houve uma queda que o levou de volta ao DF Star para avaliação; os médicos descartaram complicações sérias ou sequelas. No entendimento do STF, a tentativa de fuga, relacionada ao uso de um ferro de solda na tornozeleira eletrônica, é tratada como fator que demanda vigilância especial até a possível transferência para um regime domiciliar.

Internamente, a PF mantém a orientação de que uma equipe médica permaneça com o ex-presidente 24 horas por dia, com acesso irrestrito aos profissionais que o acompanham. Essa supervisão constante reforça a prioridade dada à saúde do líder, ao mesmo tempo em que acende o debate sobre a viabilidade de uma transição para a prisão domiciliar.

No dia a dia, o cenário é de acompanhamento próximo e de continuidade das discussões sobre o tratamento e o regime de detenção, em meio a gestos de defesa e à necessidade de equilíbrio entre saúde e segurança. No fim das contas, leitores, a saúde de uma figura de grande exposição pública segue a acompanhar a agenda política e os desdobramentos institucionais que circundam o caso.

  • Crises de soluço evoluíram para azia grave
  • Médico foi acionado na PF
  • Defesa protocolou novo pedido de prisão domiciliar humanitária
  • STF ainda não apreciou a demanda
  • Acompanhamento médico 24h garantido

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Jornalista

Fernanda Costa

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